why innovation needs structure

Na parte 4 de nossa Série Inovação na SIG, exploramos o estágio final do processo de inovação estruturada da SIG – que envolve os protótipos e os testes para se chegar ao conceito vencedor

Na parte três de nossa Série Inovação na SIG, observamos como um conceito de embalagem inovadora toma forma por meio da combinação e depuração de centenas de ideias em potencial. Mas como você chega a uma pequena lista de ideias? Como você sabe quais elementos serão bem-sucedidos? E como você decide sobre o conceito final?

Imediatamente após a formação do conceito de ideia, a SIG desenvolve maquetes – modelos básicos que ajudam a equipe de inovação a avaliar a aparência da embalagem. Eles analisam seu apelo visual e tentam imaginar os consumidores usando a embalagem em uma variedade de cenários diferentes. A partir de 15 a 20 maquetes, as boas ideias e elementos são depurados e misturados com outras ideias até que uma pequena lista de 6 a 8 ideias são escolhidas para a produção de protótipos.

O estágio seguinte é construir uma série de modelos cada vez mais refinadas e de melhor resolução, que são mais realistas e recriam funcionalidades específicas. Eles são chamados de protótipos do ponto de vista da engenharia, e de conceitos do ponto de vista do consumo.

“Esses protótipos ou conceitos são totalmente funcionais e recebem pseudo-marcas para que possam se parecer com um produto real”, explica Ali Kaylan, Vice-Presidente Global de Marketing da SIG. “Na verdade, envasamos protótipos com sucos ou leite, ou qualquer produto que for relevante, e fazemos testes formativos com eles com até 50 consumidores. E para cada conceito, pedimos aos consumidores que desempenhem e mesma tarefa – em outras palavras, abrir a embalagem, dar um gole e fechar.”

Para Kaylan, é muito importante testar não mais do que oito protótipos por vez, caso contrário há o risco elevado de uma sobrecarga cognitiva – sobrecarregando os consumidores com muitas embalagens. A equipe de inovação não está em busca de testes quantitativos com grandes números de informações, e sim de testes qualitativos, em que os conceitos finais podem ser totalmente avaliados em termos de utilização e experiência.

Fracassando para ser bem-sucedido

Com um número relativamente pequeno de conceitos, os testes com o consumidor podem ser maximizados em três áreas principais de avaliação: eficiência, eficácia e satisfação. Quanto tempo leva para os consumidores completarem a tarefa? Quão fácil ou intuitivo foi o uso da embalagem e quais foram os desafios físicos e cognitivos? E qual foi o grau de satisfação do usuário com a experiência em geral?

“Geralmente temos de 2 a 3 caminhos principais para os testes formadores de consumo, incluindo os testes em casa e em movimento”, diz Ali. “Se estivermos desenvolvendo uma embalagem on-the-go, por exemplo, precisamos testá-la em movimento. Então, conduzimos os consumidores em um carro ou van enquanto eles testam os produtos, ou observamos os consumidores usando os produtos no transporte público.”

Após testes detalhados sobre a aplicação prática e a experiência, é hora de escolher o conceito final. Mas quem, ou o que determina a decisão final? Na verdade, a SIG aplica um processo meio que contraditório de tentar fazer os conceitos falharem – em vez de promover os conceitos. Isso significa se concentrar no problema, em vez da solução.

“Se não conseguimos fracassar com um conceito durante os testes, então sabemos que se trata de um bom conceito”, acrescenta Ali. “Mas se aprovamos por pouco um conceito, com preocupações, e esse conceito fracassa posteriormente, depois que gastamos 10 milhões de euros, então esse conceito é um fracasso de 10 milhões de euros. Queremos nos certificar de que os conceitos não vão fracassar depois, de modo que tentamos fazer com que eles fracassem antes, durante os testes.”

Com esse modelo repetitivo de fazer conceitos fracassarem constantemente, você tende a acabar encontrando um conceito que não pode falhar. E quando isso acontece, a inovação foi obtida e um conceito pode passar para a próxima fase: sua preparação para a implementação e lançamento no mercado.

Então, como é uma inovação bem-sucedida da SIG? Não perca a parte cinco de nossa Série Inovação na SIG, quando vamos explorar como a SIG uniu observação, idealização, fases de protótipos e testes para criar nossa mais recente inovação, a combismile.

Quer saber mais sobre o processo de inovação da SIG? Contate-nos agora ou saiba mais sobre nosso compromisso com Inovação & Diferenciação de Produtos.

SIGnals

Postado por SIGnals

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *