why innovation needs structure

Na Terceira parte de nossa Série Inovação na SIG, analisamos como a inovação realmente começa a tomar forma por meio da geração e exploração de ideias

Na parte dois de nossa Série Inovação na SIG, vimos como o primeiro e crucial estágio da inovação em embalagem é observar os consumidores – recolhendo insights valiosos sobre suas necessidades desarticuladas e problemas. Mas o que você faz com todos esses insights sobre o consumidor, e como você os transforma em ideias bem-sucedidas?

A partir de seu conjunto de observações, a SIG seleciona insights em áreas definidas, como higiene, conveniência e aspecto. Essas áreas então estabelecem uma plataforma a partir da qual ideias poderão ser geradas. Mas para a SIG, a concepção de ideais não é simplesmente realizar uma brainstorming e ficar preso em uma sala até você inventar alguma coisa. Trata-se de usar uma equipe diversificada que vai de pensadores, designers e engenheiros a marqueteiros, comerciantes e especialistas financeiros, cujas ideias podem ser desenvolvidas, combinadas e depuradas.

“Tendemos a reunir o maior número possível de pessoas de diferentes extratos da vida e profissionais, enquanto buscamos uma tensão criativa”, diz Ali Kaylan, Vice-Presidente Global de Marketing da SIG. “Isso significa que temos pessoas e profissões muito diferentes, geralmente entre 10 e 12 pessoas, com áreas de foco sempre concorrentes, que podem, juntas, conceber ideias dentro de nossos domínios.”

Para a SIG, a concepção de ideias é criar ideias específicas atreladas a um problema ou necessidade dos consumidores. Essa fase inicial geralmente dura poucos dias, período em que os conceitos iniciais são gerados – às vezes até 450 ideias diferentes. Nos dias e semanas seguintes, essas ideias podem então ser processadas e combinadas com outras sugestões, até que você fica com um punhado de conceitos factíveis e apropriados para um maior desenvolvimento.

Escolhendo as melhores ideias

Com a geração de tantas ideias em potencial, quando saber que já é suficiente? E como você decide quais ideias irão funcionar e quais não? No fim de uma sessão típica de concepção de ideias, a equipe de inovação da SIG é solicitada a colocar suas ideias em votação. Mas o mais importante é que essas ideias são consideradas levando em conta a eficácia com que elas poderão resolver o problema do consumidor.

“Pegamos todas as ideias – mesmo que tivermos 450 – e as repassamos inúmeras vezes para descobrir se há sobreposições entre as mais votadas e se elas são compatíveis com aquelas que se conectam mais fortemente ao problema do consumidor”, diz Kaylan. “Geralmente, há uma correlação elevada entre as ideias votadas pelas pessoas e as ideias que respondem diretamente ao problema. Então, podemos combinar e misturar essas boas ideias para criar um único conceito.”

Esse método estruturado resulta em cerca de 20 conceitos selecionados para o desenvolvimento de maquetes, seguido da produção de 6 a 8 protótipos seguros para o consumo de alimentos. Assim, de um conjunto de várias centenas de ideias, você geralmente acaba com uma pequena lista definitiva para testes. E, com esse tipo de processo de inovação, a SIG pode descartar ideias rapidamente e no começo do processo, quando é mais fácil arcar com um fracasso, em vez de fracassar posteriormente, depois de investimentos substanciais.

Para saber mais sobre os benefícios dos testes de maquetes e protótipos iniciais, não perca a parte 4 de nossa Série Inovação na SIG. Vamos explorar a importância de se aprender com conceitos fracassados, por que é muito importante continuar misturando elementos bem-sucedidos e, principalmente, como determinar o conceito vencedor junto aos consumidores.

Enquanto isso, quer saber mais sobre a inovação na SIG? Contate-nos agora e saiba mais sobre nosso compromisso com a Inovação & Diferenciação de Produtos.

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