CO-CREATING THE FUTURE

Na segunda parte de nossa série Ajudando a Criar o Futuro com a GE Digital, tratamos de como e por que os fabricantes devem fazer a mudança do papel para os dados

Na parte um de nossa série Ajudando a Criar o Futuro, discutimos como a indústria de alimentos e bebidas está pronta para a transformação digital e uma nova era de inovações com a SIG e a GE Digital. Ainda assim, com muitos fabricantes ainda operando com o papel na coleta de informações e prestação de contas, o primeiro e crucial passo é mudar do papel para os dados.

Os sistemas operacionais tradicionais, baseados no papel, sofrem de uma série de problemas, mas os principais entre eles são a velocidade, exatidão e rastreabilidade. A gestão com documentação em papel é inerentemente lenta, com os trabalhadores de fábrica geralmente tendo de se movimentar entre estações de trabalho a cada vez que checam caixas, preenchem formulários ou anotam números.

Um número grande de processos manuais sempre leva ao erro humano. Não importa o grau de experiência das pessoas, elas inevitavelmente vão cometer erros. Essa situação pode ser agravada quando se trabalha com uma variedade de tipos de equipamentos que operam 24 horas por dia, 7 dias por semana, e com vários funcionários de diferentes turnos podendo afetar o processo ao longo do dia.

A informação baseada no papel também existe em silos – o que está escrito no papel existe apenas no papel. Mas a informação que circula dentro das unidades de produção precisa ser arquivada, compartilhada ou analisada. E se os fabricantes querem realizar análises sobre grandes pilhas de papel, pode ser uma tarefa impossível recolher todas as informações necessárias em um único lugar.

Todos esses fatores criam um ambiente de trabalho complexo para os fabricantes – não só no chão de fábrica como em todos os níveis estratégicos e de apoio, até a cúpula gestora. Seja no monitoramento em tempo real ou nos relatórios mensais, administrar a papelada por ser ineficiente, consumir muito tempo e simplesmente cansativo. Isso significa qualidade mais baixa, maiores tempos de execução e custos mais altos.

Reduzindo a complexidade

A GE experimentou em primeira-mão as complexidades do papel em uma de suas fábricas na Alemanha. Eles cronometraram quando tempo levava para um trabalhador processar um pedido de uma peça via papel. Levou mais de 25 minutos. Quando eles digitalizaram o processo do trabalhador, esses 25 minutos caíram para 6 minutos. O trabalhador pegava uma peça e escaneava um código de barras, antes de realizar sua tarefa e passar para o estágio seguinte do processo. Não houve erros e os dados puderam ser compartilhados e analisados para se obter mais ganhos de produtividade e qualidade para o futuro.

A GE Digital está aplicando essa experiência, juntamente com o aprendizado adquirido de outros setores, no desenvolvimento de soluções para a indústria de alimentos e bebidas. “Indústrias como a de extração e refino podem usar ativos de maneira mais intensiva que a maior parte das operações com alimentos e bebidas, mas essa centralidade nos ativos fornece alguns dados operacionais e de serviços valiosos”, afirma Matt Wells, Vice-Presidente de Gerenciamento de Produtos da GE Digital. 

“A GE aprendeu muito sobre a alavancagem de análises para incrementar o tempo de operação de ativos críticos e o impacto disso em toda a fábrica. Além disso, a GE vem obtendo avanços significativos na aquisição, armazenagem, processamento e segurança de todos os dados necessários para se conseguir essas condições de operação.”

O gerenciamento de dados de equipamentos diferentes de múltiplos fornecedores também é outra questão importante para a GE. Seus aplicativos de software podem se interligar com uma grande variedade de equipamentos industriais e protocolos, seja diretamente ou por meio de padrões compatíveis como o OPC. Seus softwares MES, Automation e ERP são abertos, sobrepostos e não fazem diferenciação de ativos, o que significa que eles se interligam com todos os tipos de ativos, independentemente do fornecedor.

Isso significa que, juntas, a SIG e a GE Digital podem não só criar uma solução de fábrica inteira, como também implementar sem dificuldades soluções digitais sobre a tecnologia já existente de um cliente. Essencialmente, isso liberará os trabalhadores da fábrica da coleta cara e ineficiente de dados no papel, dando a eles mais tempo para resolver problemas operacionais, em vez de simplesmente identificá-los.

Para saber como os fabricantes podem usar esse novo manancial de dados, não perca a parte três da série Ajudando a Criar o Futuro, onde examinaremos como os dados podem transformar o desempenho.

Quer saber mis sobre a parceria da SIG com a GE Digital? Contate-nos agora ou saiba mais sobre as soluções de Fábrica Inteligente.

SIGnals

Postado por SIGnals

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *